Você já tentou várias dietas, conseguiu emagrecer e depois recuperou o peso?
Talvez você saiba o que deveria fazer, mas sente que está cada vez mais difícil perder peso ou manter os resultados.
Ou talvez tenha percebido mudanças no seu corpo depois dos 40 anos, durante a menopausa ou em meio a uma rotina de trabalho, estresse e pouco tempo para você.

Se você se identifica com isso, saiba que a dificuldade para emagrecer pode ter diferentes causas e merece ser investigada de forma individual.
O emagrecimento, a obesidade e a saúde metabólica são influenciados por diversos fatores: alimentação, fome e saciedade, sono, movimento, estresse, saúde mental, composição corporal, genética, medicamentos e condições de saúde.
Meu trabalho é entender o que está dificultando o seu emagrecimento, avaliar sua saúde metabólica e construir com você um tratamento individualizado para perder peso e cuidar da sua saúde.
📍 Tratamento médico para emagrecimento saudável em Porto Alegre
Atendimento presencial em Porto Alegre e por telemedicina para todo o Brasil.
Você pode estar procurando ajuda porque…
- já tentou várias dietas e voltou a ganhar peso
- emagrece, mas não consegue manter o peso perdido
- sente muita fome ou dificuldade para controlar a alimentação
- percebeu aumento da gordura abdominal
- tem resistência à insulina, pré-diabetes, diabetes ou esteatose hepática
- apresenta alterações de colesterol ou pressão arterial
- sente que emagrecer ficou mais difícil depois dos 40 ou durante a menopausa
- percebeu mudanças na composição corporal
- tem uma rotina muito estressante e não consegue manter hábitos saudáveis
- sente que sua relação com a comida está difícil
- apresenta episódios de perda de controle diante da comida
- está pensando em usar canetas emagrecedoras e quer saber se elas são adequadas para você
- já usou algum tratamento e voltou a ganhar peso
- quer emagrecer sem viver em dietas restritivas
- ou simplesmente está cansado de tentar sozinho
Se você se reconheceu em alguma dessas situações, uma avaliação médica pode ser o primeiro passo para entender o que está acontecendo com seu peso e sua saúde.

Emagrecer não depende apenas de esforço
Durante muito tempo, o emagrecimento foi tratado como uma questão de disciplina:
“É só fechar a boca e fazer exercício.“
Mas sabemos que a realidade é muito mais complexa.
Fome, saciedade, sono, estresse, saúde mental, alimentação, atividade física, composição corporal, medicamentos, genética e condições de saúde podem influenciar tanto o peso quanto a saúde metabólica.
É por isso que duas pessoas podem fazer a mesma dieta e ter resultados completamente diferentes.
E também é por isso que uma estratégia que funcionou para você no passado pode não funcionar hoje.
Quando existe obesidade ou dificuldade persistente para emagrecer, não precisamos de mais culpa.
Precisamos de investigação, tratamento e acompanhamento.
Obesidade é uma condição complexa
Durante muito tempo, a obesidade foi tratada como consequência de escolhas individuais: comer demais, fazer pouco exercício ou não ter disciplina suficiente.
Mas a obesidade é uma condição de saúde complexa, influenciada por fatores biológicos, metabólicos, comportamentais, ambientais e sociais.
Por isso, dizer que uma pessoa com obesidade precisa simplesmente “fechar a boca” não explica o problema e também não ajuda a resolvê-lo.

A dificuldade para perder peso pode envolver diferentes fatores, que precisam ser avaliados individualmente.
Você não precisa de mais culpa. Precisa de um tratamento que entenda o que está por trás da dificuldade para emagrecer.
Meu objetivo é olhar para o seu peso dentro do contexto da sua saúde, identificar os fatores que podem estar dificultando o emagrecimento saudável e construir uma estratégia individualizada.
O que pode estar dificultando seu emagrecimento?
Não existe uma única causa.
Durante a consulta, procuro entender quais fatores estão mais presentes na sua história e como eles podem estar relacionados ao seu peso e à sua saúde metabólica.
Fome, saciedade e comportamento alimentar
Sentir muita fome, ter dificuldade para perceber a saciedade, beliscar ao longo do dia ou apresentar episódios de perda de controle diante da comida pode dificultar muito o emagrecimento saudável.
Essas situações precisam ser compreendidas e tratadas, e não interpretadas simplesmente como falta de disciplina.
Transtorno de Compulsão Alimentar pode dificultar o emagrecimento?
Algumas pessoas não têm apenas dificuldade para controlar a alimentação. Elas apresentam episódios recorrentes em que sentem perda de controle diante da comida, muitas vezes acompanhados de sofrimento, culpa ou vergonha.
Em alguns casos, esse padrão pode estar relacionado ao Transtorno de Compulsão Alimentar (TCA), uma condição de saúde que merece avaliação e tratamento adequados.
É importante diferenciar episódios ocasionais de comer em excesso de um transtorno alimentar. Comer mais do que o habitual em uma situação específica não significa necessariamente ter TCA.
Quando existe suspeita, a avaliação deve considerar a frequência dos episódios, a sensação de perda de controle, o contexto em que acontecem e a relação da pessoa com a comida.

Tratar a compulsão alimentar não é simplesmente ensinar alguém a fazer dieta.
É preciso entender o que está por trás desse comportamento e, quando necessário, integrar o cuidado da saúde mental ao tratamento do emagrecimento saudável.
O objetivo não é aumentar a culpa ou impor mais restrições, mas ajudar você a construir uma relação mais saudável com a alimentação e cuidar da sua saúde como um todo.
Alimentação
Uma alimentação saudável não precisa significar uma dieta rígida ou uma lista interminável de alimentos proibidos.
Precisamos encontrar uma forma de se alimentar que seja nutritiva, prazerosa e possível de manter na vida real.
A qualidade da alimentação também tem papel importante na saúde metabólica.

Movimento e massa muscular
Movimentar o corpo é importante não apenas para gastar energia.
A atividade física ajuda a preservar e desenvolver massa muscular, melhora a capacidade funcional.
A estratégia precisa ser adequada à sua condição de saúde, aos seus objetivos e à sua realidade.

Sono
Dormir mal pode interferir na fome, na saciedade, no humor, na disposição e na capacidade de manter hábitos saudáveis.
Por isso, cuidar do sono também faz parte do cuidado com o peso e com a saúde metabólica.
Estresse e saúde mental
Ansiedade, estresse crônico, depressão, burnout e outras questões emocionais podem influenciar alimentação, sono, atividade física e comportamento.
Cuidar da saúde mental também é cuidar da saúde metabólica.
Menopausa
Muitas mulheres percebem mudanças no peso, na distribuição da gordura corporal, na massa muscular, no sono e na disposição durante a transição para a menopausa.
Nessa fase, é importante olhar para o conjunto, e não simplesmente recomendar “fazer mais dieta”.

Medicamentos e outras condições de saúde
Algumas doenças e alguns medicamentos podem interferir no peso, no apetite ou na capacidade de manter determinadas mudanças.
Por isso, uma avaliação médica completa é importante antes de definir o tratamento.
Saúde metabólica: o que isso tem a ver com emagrecimento?
Saúde metabólica não é apenas ter um peso considerado normal.
Ela envolve o funcionamento do organismo e fatores relacionados ao risco de doenças como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Por isso, quando falamos em tratamento para emagrecimento, não devemos olhar somente para a balança.

Dependendo da sua história, podemos avaliar aspectos como:
- glicemia e resistência à insulina;
- pressão arterial;
- colesterol e outros marcadores metabólicos;
- gordura abdominal e gordura visceral;
- composição corporal;
- massa muscular;
- saúde do fígado;
- histórico familiar;
- hábitos de vida.
O objetivo é entender como está a sua saúde hoje e quais fatores podem ser modificados para reduzir riscos e melhorar sua qualidade de vida.
Emagrecer pode ser parte do tratamento. Melhorar sua saúde é o objetivo maior.
Gordura abdominal: por que ela importa?
A gordura abdominal não é apenas uma questão estética.
A quantidade e, principalmente, a distribuição da gordura corporal podem estar relacionadas à saúde metabólica. O excesso de gordura visceral está associado a maior risco de alterações metabólicas e cardiovasculares.
Por isso, durante a avaliação, a circunferência abdominal e a composição corporal podem trazer informações importantes, especialmente quando analisadas junto com exames, histórico clínico e outros fatores de risco.
Não se trata de medir seu corpo para julgá-lo.
Trata-se de entender melhor sua saúde para cuidar dela.

Resistência à insulina dificulta o emagrecimento?
A resistência à insulina acontece quando as células do organismo respondem menos à ação da insulina. Como consequência, o organismo pode precisar produzir mais insulina para manter a glicose sob controle.
Ela pode estar associada ao excesso de gordura visceral, alterações da glicemia, aumento dos triglicerídeos, esteatose hepática e maior risco de diabetes tipo 2.
Mas é importante fazer uma ressalva: resistência à insulina não significa que uma pessoa esteja “metabolicamente condenada” ou que seja impossível emagrecer.

Ela é um dos aspectos que podem ser avaliados quando existe excesso de peso, gordura abdominal ou outras alterações metabólicas.
Durante o tratamento, podemos investigar fatores relacionados à resistência à insulina e trabalhar estratégias que favoreçam a melhora da saúde metabólica, como alimentação adequada, atividade física, preservação de massa muscular, sono e redução do excesso de gordura corporal.
O objetivo não é simplesmente “baixar a insulina”. É melhorar o funcionamento do organismo como um todo.
Emagrecer preservando massa muscular
Emagrecer não significa simplesmente diminuir o número na balança.
Também precisamos pensar no que está sendo perdido.
Durante o processo de emagrecimento, especialmente no emagrecimento saudável, quando há perda rápida de peso, parte da redução pode ocorrer às custas de massa muscular. Preservar a musculatura é importante para força, funcionalidade, metabolismo e qualidade de vida.
Por isso, o tratamento deve considerar não apenas o peso, mas também a composição corporal.

Alimentação adequada, ingestão suficiente de proteínas, atividade física, especialmente exercícios de força, e acompanhamento individualizado podem ajudar a preservar ou aumentar a massa muscular durante o processo de emagrecimento.
Esse cuidado se torna ainda mais importante com o envelhecimento e durante a menopausa, fases em que a perda de massa muscular pode ganhar relevância.
O objetivo não é simplesmente pesar menos. É emagrecer preservando aquilo que queremos manter.
Medicina do Estilo de Vida na manutenção do peso
Perder peso é apenas uma parte do tratamento.
Manter o peso perdido também precisa ser um objetivo.
É muito comum que uma pessoa consiga emagrecer seguindo uma estratégia por algumas semanas ou meses, mas tenha dificuldade para manter o resultado quando volta à rotina habitual.
Por isso, o tratamento não deve ser pensado apenas para chegar a um determinado número na balança. Ele precisa ajudar você a construir hábitos que possam continuar fazendo parte da sua vida depois que a fase inicial do emagrecimento terminar.
É nesse momento que a Medicina do Estilo de Vida tem um papel especialmente importante.

Alimentação, movimento, sono, manejo do estresse, saúde mental, relações sociais e o ambiente em que vivemos influenciam nossas escolhas e nossa capacidade de manter hábitos ao longo do tempo.
A proposta não é viver permanentemente em uma dieta restritiva ou depender de força de vontade.
É desenvolver estratégias que sejam possíveis, sustentáveis e compatíveis com a sua vida real.
E a manutenção não significa que nada mais possa mudar. O peso pode oscilar, a rotina pode mudar e novas fases da vida podem trazer novos desafios.
Por isso, o acompanhamento médico também pode ser importante depois da perda de peso, para avaliar a saúde metabólica, acompanhar a composição corporal e ajustar o tratamento quando necessário.
Emagrecer é uma conquista. Aprender a cuidar da sua saúde e manter esse resultado é parte do tratamento.
E as chamadas “canetas emagrecedoras”?
As chamadas canetas emagrecedoras ganharam espaço nos últimos anos e podem ser uma ferramenta importante no tratamento de algumas pessoas com obesidade ou excesso de peso, quando existe indicação médica.
Mas existe uma diferença importante entre:
usar uma caneta para emagrecer
e
fazer um tratamento médico para a obesidade e a saúde metabólica.

A medicação pode ser parte do tratamento, mas não é necessariamente a única estratégia. E não é indicada para todo mundo.
A decisão precisa considerar sua história, seu estado de saúde, seus objetivos, sua composição corporal, seus hábitos e os possíveis benefícios e riscos.
Por isso, a pergunta mais importante não é:
“Qual caneta emagrece mais?”
É:
“Qual tratamento é mais adequado para mim?”
Essa avaliação faz parte da consulta.
Medicina do Estilo de Vida no tratamento da obesidade e da saúde metabólica
A Medicina do Estilo de Vida é uma parte importante da minha forma de cuidar.
Ela não significa simplesmente dizer:
coma melhor, faça exercício e durma mais.
Significa olhar para os diferentes aspectos da sua vida que influenciam seu peso, seu metabolismo e sua saúde, e identificar o que precisa ser cuidado primeiro.
Entre eles estão:
Alimentação
Uma alimentação nutritiva, prazerosa e possível de manter.
Movimento
Atividade física adequada aos seus objetivos e à sua realidade.
Sono
Qualidade e regularidade do sono.
Estresse
Estratégias para lidar melhor com as demandas da vida.
Conexões
Relações e redes de apoio que também fazem parte da saúde.
Escolhas e ambiente
Os hábitos, comportamentos e circunstâncias que influenciam nossas decisões todos os dias.
Não precisamos mudar tudo de uma vez.
O tratamento começa identificando o que realmente importa para você neste momento.
“Eu já tentei de tudo. Por que agora seria diferente?”
Essa é uma frase que escuto com frequência.
Pessoas que já fizeram dieta, contaram calorias, cortaram carboidratos, começaram a academia, emagreceram e depois voltaram a ganhar peso.
Se você já passou por isso, não significa que você fracassou.
Significa que precisamos entender o que aconteceu.

Talvez o plano tenha sido restritivo demais.
Talvez a fome estivesse dificultando a manutenção.
Talvez o sono estivesse comprometido.
Talvez o estresse ou a saúde mental estivessem interferindo.
Talvez tenha acontecido uma mudança hormonal ou metabólica.
Talvez fosse necessário tratamento medicamentoso.
Ou talvez vários desses fatores estivessem acontecendo ao mesmo tempo.
É isso que precisamos investigar.
Dra. Tatiane Ferreira: Médica experiente em Medicina do Estilo de Vida e no Emagrecimento Saudável

Sou médica graduada pela PAVLOV – Primeira Universidade Médica de São Petersburgo, na Rússia, com diploma revalidado pela UFRGS.
Tenho formação em Medicina de Família e Comunidade pela SBMFC/AMB e pós-graduação em Medicina do Estilo de Vida pelo Hospital Albert Einstein.
Minha atuação é voltada ao cuidado integral da saúde. Tenho vasta experiência no acompanhamento de doenças crônicas e saúde mental. Hoje, a Medicina do Estilo de Vida é a principal abordagem na minha forma de cuidar, especialmente no tratamento do emagrecimento, da obesidade e da saúde metabólica.
Pratico uma medicina baseada em ciência e nas melhores evidências, mas também acredito em uma medicina que escuta, acolhe e respeita a história de cada pessoa.
Cada paciente chega à consulta com uma trajetória própria: suas experiências, suas tentativas, suas dificuldades, suas conquistas e, muitas vezes, anos de tentativas de emagrecimento saudável. Por isso, acredito que o paciente é o especialista na própria vida. Meu papel não é ignorar essa história, mas caminhar ao lado do paciente, ajudando a compreender o que está acontecendo e a encontrar, juntos, um caminho possível.
Trabalho com uma abordagem centrada no paciente, em que as decisões são compartilhadas e a autonomia é respeitada durante todo o processo. O tratamento é construído como uma parceria: eu ofereço meu conhecimento médico, minha experiência e as melhores evidências disponíveis, enquanto você traz sua história, seus valores, sua realidade e aquilo que faz sentido para a sua vida.
Meu objetivo é ajudar você a entender o que está acontecendo, respeitar a sua caminhada e construir, juntos, um tratamento que faça sentido para a sua vida, com ciência, acolhimento e parceria.
Como funciona minha consulta para emagrecimento e saúde metabólica?

Minha consulta não começa com uma dieta pronta.
Primeiro, eu quero conhecer você.
1. Entendo sua história
Conversamos sobre seu histórico de peso, tentativas anteriores de emagrecimento, alimentação, atividade física, sono, saúde mental, doenças, medicamentos, exames e rotina.
2. Identifico o que está dificultando seu emagrecimento
Nem todo mundo precisa da mesma coisa.
Procuro entender quais fatores estão tendo maior impacto no seu peso e na sua saúde metabólica neste momento.
3. Avalio sua saúde além do peso
O peso é apenas uma parte da avaliação.
Quando indicado, podemos avaliar composição corporal, exames laboratoriais, saúde cardiometabólica, comportamento alimentar, sono e outros aspectos relevantes.
4. Definimos o tratamento
Dependendo do seu caso, o tratamento pode envolver mudanças no estilo de vida, acompanhamento médico, medicamentos ou uma combinação dessas estratégias.
Não existe uma receita única para todo mundo.
5. Construímos um plano que cabe na sua vida
Eu não quero que você saia da consulta com uma lista impossível de cumprir.
Quero que você saiba:
o que fazer, por que fazer e qual é o próximo passo.
6. Acompanhamos e ajustamos
O tratamento não termina na primeira consulta.
Seu corpo, sua rotina e suas necessidades podem mudar.
Por isso, o acompanhamento permite avaliar sua evolução e ajustar a estratégia quando necessário.
Veja o que meus pacientes estão falando sobre mim

Meu objetivo não é apenas fazer você pesar menos
É claro que a redução de peso pode ser uma parte importante do tratamento.
Mas não é o único objetivo.
Quero ajudar você a:
- melhorar sua saúde metabólica;
- reduzir os riscos relacionados à obesidade;
- preservar ou aumentar massa muscular;
- melhorar sua relação com a alimentação;
- ter mais disposição;
- dormir melhor;
- cuidar da saúde mental;
- melhorar sua qualidade de vida;
- e construir hábitos que possam fazer parte da sua vida.
Porque o melhor resultado não é apenas perder peso. É conseguir cuidar da sua saúde e manter as conquistas ao longo do tempo.
Quando procurar ajuda médica para emagrecer?
Você não precisa esperar chegar a um determinado peso para procurar ajuda. Uma avaliação médica pode ser especialmente importante quando:
- o excesso de peso está afetando sua autoestima, saúde, disposição ou qualidade de vida
- você tem alterações na saúde metabólica, como resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes, pressão alta, colesterol ou triglicerídeos elevados, ou gordura no fígado.
- houve uma mudança importante no seu corpo ou no seu peso, especialmente após os 40 anos ou durante a menopausa
- você está considerando tratamento medicamentoso para emagrecer e quer entender se existe indicação para o seu caso
- existe sofrimento relacionado à alimentação, episódios de perda de controle ou suspeita de transtorno alimentar
- você já tentou diferentes estratégias e sente que precisa de uma avaliação mais completa para entender o que está dificultando o emagrecimento
Você não precisa chegar à consulta sabendo exatamente qual tratamento precisa. Parte do meu trabalho é justamente avaliar sua história, identificar os fatores envolvidos e ajudar a definir o caminho mais adequado para você.
Dúvidas comuns sobre emagrecimento
Por que faço dieta e não consigo emagrecer?
Se você já tentou várias dietas e sente que seu peso não responde como esperava, isso não significa que esteja faltando força de vontade.
Fome, saciedade, sono, estresse, saúde mental, rotina, medicamentos, alterações metabólicas e diversos outros fatores podem interferir no emagrecimento saudável.
Por isso, quando existe dificuldade persistente para perder peso ou manter o resultado, é importante entender o que está acontecendo no seu caso, em vez de simplesmente tentar uma dieta diferente.

Por que engordei depois da menopausa?
A transição para a menopausa pode vir acompanhada de mudanças na composição corporal, distribuição da gordura, massa muscular, sono, apetite e metabolismo.
Isso não significa que toda mulher necessariamente irá ganhar peso, mas muitas percebem que o corpo passa a responder de maneira diferente às estratégias que funcionavam antes.
Nessa fase, vale olhar para o conjunto: alimentação, movimento, sono, saúde metabólica, composição corporal, sintomas da menopausa e, quando indicado, tratamento hormonal e outras estratégias.
Gordura abdominal significa que estou com um problema metabólico?
Não necessariamente.
A presença de gordura abdominal pode estar associada a maior risco cardiometabólico, especialmente quando há aumento de gordura visceral.
Por isso, não devemos avaliar a saúde metabólica apenas pela aparência do abdômen ou pelo peso.
Exames, composição corporal, circunferência abdominal, pressão arterial, glicemia, perfil lipídico e histórico clínico podem ajudar a entender melhor seu risco e orientar o tratamento.
Quando o tratamento com medicamentos pode ser indicado?
Os medicamentos podem fazer parte do tratamento da obesidade e do excesso de peso em algumas pessoas, quando existe indicação médica.
A decisão depende de uma avaliação individual, considerando o grau de excesso de peso, presença de doenças associadas, histórico de tratamentos anteriores, comportamento alimentar, objetivos e possíveis benefícios e riscos.
As chamadas canetas emagrecedoras são uma das opções que podem ser consideradas, mas não são necessárias ou adequadas para todas as pessoas.
O medicamento é uma ferramenta. O tratamento é muito maior do que a medicação.
Quanto tempo leva para conseguir um emagrecimento saudável?
Não existe um prazo único.
A velocidade do emagrecimento depende do ponto de partida, das características individuais, do tratamento escolhido, da presença de doenças associadas e da capacidade de manter as mudanças ao longo do tempo.
Por isso, mais importante do que buscar o emagrecimento mais rápido possível é construir um tratamento que permita perder peso com segurança, preservar a saúde e manter os resultados. Um emagrecimento saudável.
Como saber se tenho compulsão alimentar?
Nem todo episódio de comer em excesso significa que você tenha Transtorno de Compulsão Alimentar.
Um dos aspectos importantes é a presença de episódios recorrentes em que existe sensação de perda de controle sobre o que ou quanto está comendo, geralmente acompanhada de sofrimento.
Também é importante observar a frequência desses episódios, o contexto em que acontecem e a relação que você estabelece com a comida.
Se você percebe que come mesmo sem fome, sente que não consegue parar, esconde ou evita falar sobre o que come, sente culpa ou vergonha depois dos episódios ou percebe que isso está causando sofrimento, vale conversar com um profissional de saúde.
O diagnóstico não deve ser feito apenas por uma lista de sintomas encontrada na internet.
Uma avaliação adequada permite diferenciar o Transtorno de Compulsão Alimentar de episódios ocasionais de comer em excesso e de outras formas de comportamento alimentar.
Você não precisa lidar com isso sozinho e fazer mais uma dieta nem sempre é a resposta.
Sono ruim pode atrapalhar o emagrecimento?
Sim.
O sono influencia diversos processos relacionados ao peso e à saúde metabólica. Dormir mal ou de forma insuficiente pode afetar fome, saciedade, disposição, humor e capacidade de manter uma rotina de alimentação e atividade física.
Além disso, alterações persistentes do sono podem estar associadas a maior risco de alterações metabólicas.
Por isso, quando avaliamos alguém com dificuldade para emagrecer, o sono também faz parte da investigação.
Cuidar do sono não é um detalhe do tratamento. É uma parte importante do cuidado com a saúde.
Estresse pode dificultar o emagrecimento?
Pode.
O estresse faz parte da vida, mas quando é intenso ou persistente pode interferir no sono, na alimentação, na atividade física e na saúde mental.
Algumas pessoas passam a comer mais quando estão estressadas. Outras têm dificuldade de manter qualquer rotina de autocuidado.
Além disso, o estresse crônico pode estar associado a alterações metabólicas e à maior dificuldade de manter hábitos saudáveis.
Por isso, não adianta criar um plano perfeito de alimentação e exercício se ele não cabe na vida real.
O tratamento também precisa considerar sua rotina, suas demandas e a forma como você lida com o estresse.
Perguntas frequentes sobre a consulta
Preciso ter obesidade para procurar tratamento para emagrecer?
Não. A necessidade de tratamento depende de uma avaliação individual, considerando peso, composição corporal, saúde metabólica, doenças associadas, histórico e objetivos.

Vou precisar usar uma caneta emagrecedora?
Não necessariamente.
O tratamento é individualizado. Medicamentos podem fazer parte da estratégia quando existe indicação, mas não são necessários para todas as pessoas. Além disso, existem outros medicamentos disponíveis que podem ser mais adequados especificamente para o seu caso.
Posso fazer a consulta online?
Sim. Realizo consultas por telemedicina para pacientes de todo o Brasil.
Vou receber uma dieta?
Existe essa possibilidade, sim.
A proposta é compreender a sua realidade e construir estratégias individualizadas para você. Quando necessário, outros profissionais podem fazer parte do cuidado.
Já usei uma caneta e voltei a engordar. Devo procurar ajuda?
Deve.
É importante entender qual tratamento foi utilizado, como você respondeu, quais efeitos apresentou e o que aconteceu com seu peso depois.
E se eu já tentei várias dietas e sempre volto a engordar?
Essa é uma situação comum.
Voltar a ganhar peso não significa que você não tem disciplina.
Pode ser necessário rever a estratégia para sustentar a perda de peso, investigar os fatores envolvidos e pensar em um tratamento que favoreça não apenas a perda, mas também a manutenção do peso.
Talvez você não precise de mais uma dieta. Talvez precise de um tratamento.
Se você está cansado de começar de novo, talvez o próximo passo não seja tentar uma nova dieta por conta própria.
Pode ser o momento de entender o que está dificultando o seu emagrecimento, cuidar da sua saúde e construir uma estratégia que faça sentido para a sua vida.
Você não precisa fazer isso sozinho.
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